Defesa de Direitos Humanos com foco principal na criança e adolescente

Esta sessão é organizada em parceria com o Comitê pela liberdade do Gegê e a Central de Movimentos Populares (CMP). Gegê é um militante que está sendo acusado de ter sido mandante de um assassinato na ocupação em que era líder. Gegê não pode responder o processo em liberdade pois é considerado perigoso, e isso encontra fundamento no fato ser um líder do Movimento de Moradia do Centro. A atividade do Cineclube vai contar também com a presença de integrantes de diversos movimentos populares pela campanha LUTAR NÃO É CRIME!!! 

À Margem do Concreto. Brasil. Documentário. 2006. 35mm. 84′
Diretor: Evaldo Mocarzel
Produção Executiva: Zita Carvalhosa 
Direção de Fotografia: Jorge Bodanzky 
Roteiro: Evaldo Mocarzel e Marcelo Moraes 
Montagem: Marcelo Moraes 
Coordenação da Pesquisa e Consultoria: Cristiane Benedetto 
Distribuição: Mais Filmes 

A liderança Luiz Gonzaga da Silva (Gegê), líder do Movimento de Moradia do Centro de São Paulo, teve sua prisão decretada em face de ter sido denunciado como co-autor de homicídio ocorrido a mais de 7 anos, em um acampamento na Av. Presidente Wilson, na Vila Carioca-SP, Capital. Atualmente ele está foragido,  e o  júri está marcado para o dia 16 de setembro de 2010. Dirigentes de vários Movimentos Sociais, Sindicatos, Partidos Políticos, Intelectuais, Parlamentares, ONGs, receberam com estranheza a decretação de sua prisão, que ao nosso entender foi realizada com objetivo de criminalização do Movimento Social, portanto com característica de prisão política. 

Gegê foi durante anos, militante sindical, é fundador da CUT , do Partido dos Trabalhadores, da ULC ( Unificação das Lutas de Cortiço), do MMC (Movimento de Moradia do Centro), da União dos Movimentos de Moradia do Fórum Nacional de Reforma Urbana e da CMP (Central de Movimentos Populares), onde atualmente é membro da Direção Nacional. 

A Luta pelo Direito à moradia e por políticas públicas não será intimidada com prisão de dirigentes “Sem Teto e Sem Terra” de nosso país. Num quadro dramático de exclusão social, desemprego e miséria que se reflete num déficit de 7 milhões de novas moradias e mais 12 milhões de famílias, que sobrevivem em condições subumanas, soma-se a 50 milhões de pessoas que não têm moradia digna. Esta é a situação que lideranças autênticas do Movimento Popular como o Gegê têm lutado para mudar.

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