Defesa de Direitos Humanos com foco principal na criança e adolescente

Arquivo para 15/08/2010

Sociedade Civil realiza o 1° Encontro dos Pontos de Cultura de Jales dia 6 de agosto.

Foi na sexta-feira, 6 de agosto o evento que reuniu os três Pontos de Cultura de Jales: Todoroki Taiko, Criança Feliz, e Escola Livre de Teatro de Jales levando para a praça João Mariano de Freitas apresentações artísticas variadas: tambores do Ponto de Cultura Todoroki Taiko, Coral do Ponto de Cultura Criança Feliz e Teatro do Ponto de Cultura Escola Livre de Teatro de Jales.

Esse tipo de evento que também é conhecido como Teia dos Pontos de Cultura é uma alternativa de desenvolvimento por aproximação entre os Pontos.
A idéia é a de que a troca, a instigação e o questionamento, elementos essenciais para o desenvolvimento da cultura, aconteçam num contato horizontal entre os Pontos, sem relação de hierarquia ou superioridade entre culturas. Um Ponto auxiliando outro Ponto.
Alguns oferecem uma experiência mais avançada em teatro, outro em música, outro em percussão; ações sócio educaticas aprendem com a vanguarda estética que se encontra com a tradição e ajudam a construir um novo. Uma troca entre iguais que aprendem entre si e respeitam a diferença.

O objetivo é fazer uma integração dos Pontos em uma rede global que aconteça a partir das necessidades e ações locais. A interação entre o global e o local deve respeitar o crescimento das ações desenvolvidas em cada Ponto de Cultura, de modo que eles ganhem musculatura e estrutura e conquistem sua sustentabilidade e emancipação.
Esta é a Gestão Compartilhada e Transformadora e envolve os conceitos de empoderamento, autonomia e protagonismo social. As pessoas interessadas em conhecer os Pontos de Cultura ou se embrenhar nessas artes, feitas por esses ponteiros devem procurar os referidos Pontos de Cultura.

São criados 135 novos sites de pedofilia na Internet por dia, e três grupos de pedofilia em redes sociais. “14º Relatório Anual sobre Pedofilia on line”

RELATÓRIO ANUAL DA ONG TELEFONO ARCOBALENO – ITÁLIA
Por Anderson e Roseane Miranda   
09 de fevereiro de 2010
Roma, 9 de fevereiro de 2010 – RELATÓRIO SOBRE A PEDOFILIA.A pedofilia na Internet aumentou 16,5% em relação ao ano de 2008.

São criados 135 novos sites de pedofilia na Internet por dia, e três grupos de pedofilia em redes sociais.

Este é o quadro que emergiu a partir do “14º Relatório Anual sobre Pedofilia on line” divulgado pela Telefono Arcobaleno (Observatório Internacional), que em 2009 fez 49.393 relatórios de 35 países.

A pedofilia online envolve crianças cada vez menores, apenas 1% das quais são identificadas, contudo, não existem dados efetivos sobre este mercado virtual, que realmente explora as fotos e filmes de abusos e atos de violência reais!

Apenas um site de pedofilia gera mais de 100 mil clientes – dos quais 60% são europeus. Do ponto de vista geográfico, a Europa e os Estados Unidos são os líderes em termos de difusão e consumo de matérias de pornografia infantil ou pedofilia.

Alemanha, Holanda, Estados Unidos, Rússia, Chipre, Canadá, Hungria, Suíça, Espanha e Tailândia estão no gráfico de posições como os dez países que mais hospedam os sites denunciados. Desses, mais de dez mil estão ligadas à Máfias da pedofilia (verdadeiros negociantes), confirmando o inquestionável comércio. E esta é a raiz da maior parte das atividades criminosas.

Os visitantes desse tipo de site, assim como os seus usuários são, em sua maioria norte-americanos, Alemães, Ingleses, russos e italianos.

Existe um verdadeiro exército que se movimenta diariamente na internet, caçando fotos, vídeos, contatos. Todavia, infelizmente, nada mudou na frente desse comércio execrável, que mais parece um trator gigantesco, que se consolida como o único setor capitalista que jamais sofrera com uma crise internacional!

As ofertas de qualificação e diferenciação desse comércio são sistemáticas, há uma contínua introdução no “mercado” de novos rostos (novas vítimas); assim como novos grupos (clubes etc). Há um uso maciço de todos os recursos possíveis para essa “promoção” – de forma direta e indireta.

Da mesma forma, se investe em planos de marketing que seriam invejados, até  pelas mais prestigiadas multinacionais. “A coisa mais preocupante – afirma Giovanni Arena, presidente da Telefono Arcobaleno – é que a publicidade para as principais empresas (desse nicho) recentemente apareceu no fundo das imagens de abuso infantil, que também é um sinal de que a pedofilia online é impune e tolerada de tal forma que pode tornar a  ‘pedobusiness’ apenas mais um novo negócio”.

Relatório: 14th Annual Report – Relatório 2009-eng_web

Promotoria comprova que bebês eram vendidos por crack na serra gaúcha Valores variaram de R$ 1.000 a R$ 2.000, segundo investigações.

Após sete anos de investigação, o Ministério Público do Rio Grande do Sul comprovou que bebês estavam sendo vendidos em Farroupilha, na serra. A informação é do jornal Correio do Povo.

A promotora de Justiça Cláudia Formolo Balbinot confirmou a transação de dois recém nascidos por mães usuárias de drogas.

– Casais inférteis negociam com as mulheres, que vendem as crianças para comprar crack.

Nos dois casos em que bebês foram comercializados por valores que variaram de R$ 1.000 a R$ 2.000, a Justiça manteve a guarda com os pais adotivos, devido ao vínculo que as crianças formaram com eles..

Depois de receber outra denúncia anônima, a promotoria começou a investigar, há cinco meses, outras sete mulheres grávidas que moram em três casas de prostituição no bairro Lomba do Sabão, no município. As prostitutas engravidaram no segundo semestre, quando acertaram a venda das crianças para casais da região serrana.

Após comprovar a denúncia, o Ministério Público conseguiu que a Justiça tirasse a guarda das crianças, que foram colocadas em abrigos da cidade. Dos sete bebês, três já estão em processo de adoção.

Cada criança seria negociada a R$ 1.000.

De acordo com o Ministério Público, em um dos casos foi identificada a intermediação de um advogado, contratado pelo casal interessado na adoção irregular.

A Promotoria pretende fazer uma operação nas boates onde foram identificas as mães usuárias de crack.
Por determinação judicial, as mulheres, entre 20 e 30 anos, foram internadas em clínicas de reabilitação.

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