Defesa de Direitos Humanos com foco principal na criança e adolescente

do Brasília Confidencial

    Estão em alto mar há dois dias as 22 toneladas de lixo doméstico descobertas pela Receita Federal no porto de Rio Grande.  Um contêiner carregado com os resíduos foi embarcado sábado no navio Rio Negro, de bandeira alemã, que desembarcará o lixo no porto de Hamburgo, de onde foi trazido para o Brasil. 

    A carga, importada por uma indústria de reciclagem da cidade gaúcha de Esteio, deveria ser de “aparas de polímeros de etileno”, cuja importação é permitida, mas era, na verdade, composta de fraldas descartáveis usadas, embalagens de ração para animais e outros resíduos.

    A devolução foi providenciada pela empresa Hanjin Shipping, que levara o conteiner cheio de lixo até o terminal gaúcho. Multada em R$ 1,5 milhão pelo Ibama, a Hanjin Shipping fora intimada a reenviar a carga para a Europa dentro de dez dias sob pena de sofrer mais uma punição. A empresa de Esteio, a Recoplast Recuperação e Comércio de Plástico recebeu multa menor, de R$ 400 mil. A firma Dashan, de Hong Kong, responsável pela exportação para o Brasil, assinalou na declaração de carga que o carregamento seria oriundo da República Tcheca.  

    Não é a primeira que este tipo de carga clandestina é flagrado ao chegar ao Rio Grande do Sul. Em 2009, 1.400 toneladas de lixo embarcadas na Inglaterra foram interceptadas em Rio Grande e no porto seco de Caxias do Sul, assim como no terminal de Santos (SP).

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