Defesa de Direitos Humanos com foco principal na criança e adolescente

Arquivo para 08/11/2010

Cadastro unifica casos de desaparecidos no País

O Brasil passou a contar com uma única rede de investigação e acompanhamento dos casos de desaparecimento de crianças, jovens, adultos e idosos. O Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, lançado pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, pretende facilitar as buscas e ainda indicar o total de desaparecidos no País.

A estimativa, de acordo com a última pesquisa realizada sobre o tema há cerca de 10 anos, é de que 200 mil pessoas desaparecem por ano no Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Busca e Defesa das Crianças Desaparecidas, são 40 mil crianças e adolescentes que desaparecem a cada ano, sendo que aproximadamente 15% deste total não retornam aos seus lares.

No Estado de São Paulo, dos cerca de 1,6 mil casos de desaparecimento registrados, 78% são solucionados, seja por conta própria ou ação da polícia. Apesar do alto índice de casos resolvidos, o número de pessoas que não retornam às suas casas ainda é alto: de aproximadamente oito mil crianças que desaparecem por ano, 11% não são localizadas.

A principal causa de desaparecimento é a fuga, que responde por cerca de 40% dos casos, de acordo com o delegado titular da Delegacia de Pessoas Desaparecidas de São Paulo, Antônio Assunção de Olim. “A maioria dos casos é relacionada à violência doméstica. As crianças e os adolescentes vivem em lares desestruturados e por isso não querem mais voltar para casa”, observa. Entre as outras situações de desaparecimento, destaque para o rapto (15% dos casos), fuga com o namorado (10%) e desaparecimento relacionado ao tráfico de drogas e exploração sexual (5%).

O lançamento de um cadastro único é visto como um apoio pelo delegado. “Acho que vai ser bom porque é um local em que podemos ver a foto e ter mais informações sobre as pessoas desaparecidas. Tudo o que possa ajudar é bom, principalmente no caso das crianças”, destaca. Apesar de facilitar os trabalhos, o cadastro não substitui o Boletim de Ocorrência, que deve ser registrado logo após o desaparecimento.

A fundadora da Associação Brasileira de Busca e Defesa das Crianças Desaparecidas, mais conhecida como Mães da Sé, Ivanise Esperidião da Silva Santos, que ajudou na elaboração do cadastro, também comemora o lançamento. “Esse cadastro é uma luta de anos que vai facilitar o trabalho das polícias”, acredita. Na visão de Ivanise, as ações em conjunto entre os 27 Estados faz aumentar a possibilidade de encontrar pessoas desaparecidas.

O cadastro está integrado à Rede Infoseg – serviço nacional de informações de Segurança Pública e Justiça – e permite consultas em tempo real entre todos os Estados do País. “Antes tínhamos um cadastro regionalizado, não era um cadastro cm adultos, idosos e crianças, o que dificultava as buscas”, lembra.

Esperança do reencontro move associação há 14 anos
Durante os 14 anos de busca pela filha mais nova, Fabiana Esperidião da Silva, tudo o que a fundadora da Mães da Sé obteve foram ‘alarmes falsos’. Ela conta que já chegou a ir até o sertão da Bahia com uma foto de uma moça parecida com a filha. “A gente volta com uma frustração grande. Tem hora que bate um desânimo, mas o que me mantém viva é a esperança do reencontro”, revela.

Fabiana, na época com 13 anos, desapareceu em dezembro de 1995, há 120 metros de sua residência, enquanto voltava da casa de uma colega. Um ano depois do acontecido, a mãe em desespero foi convidada a gravar uma chamada para a novela Global Explode Coração. Foi ai que tudo começou. “Na volta dessa viagem fui procurada por vários jornalistas e por várias mães que queriam trocar experiências. Em uma semana tive que me organizar e marcamos um encontro na Praça da Sé”, recorda.

O conhecido ato reuniu mais de 100 mães que estavam na mesma situação de Ivanise. “Hoje tenho mais de oito mil mães cadastradas e um saldo positivo. “Como mãe nós não podemos desistir do maior presente que Deus nos deu que são nossos filhos”, diz. O caminho da não desistência tem sido difícil. Neste período foram dois enfartes, duas paradas cardíacas e um divórcio. “Se tivéssemos enterrado nossos filhos já tínhamos nos acostumado. É muito pior porque nossa vida é uma dúvida”, desabafa.

Perfil dos desaparecidos
Crianças e jovens de classe social baixa representam quase 99,9% dos casos de desaparecimento, conforme explica Ivanise. Os casos mais complexos de serem solucionados são os que envolvem crianças. “As crianças desaparecem enquanto estão brincando perto de casa ou no trajeto até a escola. São, em sua maioria, de pele clara e com boa aparência”, destaca.

No caso dos jovens são comuns os casos de fuga dos problemas de casa. “Na rua eles vão aprender a se drogar, a pedir esmola e a cometer delitos”, diz. Outro fator que, segundo Ivanise, colabora com essa fuga são as chamadas casas de passagem, locais em que os jovens podem tomar banho, comer e voltar para a rua.

Os adultos que desaparecem geralmente não querem ser encontrados, o que dificulta o trabalho das autoridades competentes. Em outros casos possuem algum tipo de doença mental e são conduzidos a clínicas especializadas. Já os idosos normalmente são portadores de doenças como o Alzheimer, e são encaminhados para casas de repouso.

Fundação Criança presta auxílio à família
A volta de uma criança ou jovem que estava desaparecido para o lar nem sempre é simples. Na maioria dos casos é preciso de um trabalho psicológico e da inserção dessas famílias em outros programas que visam a resolução de seus problemas socioeconômicos. Esta é a tarefa da Fundação Criança, por meio do programa voltado a crianças e jovens desaparecidos, em ação desde 2006.

“É um trabalho realizado principalmente em conjunto com a Delegacia Seccional de São Bernardo, com os Conselhos Tutelares e com a Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo)”, esclarece o coordenador de projetos da Fundação Criança, André Felix Portela Leite. Desde o início do programa foram contabilizados mais de 600 atendimentos, com maioria de resultados positivos, sendo cinco casos ainda sem resolução.

Semanalmente, os profissionais do projeto recebem um relatório da Delegacia Seccional com o número de crianças e jovens desaparecidos. De posse desses dados, a psicóloga do Centro Integrado de Defesa da Criança e Adolescente, Vânia Caíres, entra em contato com as famílias. “A ideia do trabalho não é de busca dos desaparecidos, isso é por conta da polícia. Nossa tarefa é dar um suporte psicossocial às famílias que têm um membro com idade menor de 18 anos em situação de desaparecimento”, enfatiza.

Conforme explica Vânia, quando a criança encontrada é de outro local, o conselho tutelar desta cidade é contatado para que atue junto à família no preparo do retorno da criança ao lar. “Nos casos de São Bernardo a gente convida a família para uma conversa para tentar encontrar as causas do desaparecimento e dar suporte na tentativa de resolução do problema por meios dos serviços de rede”, destaca. Segundo ela, a principal causa de desaparecimento é a fuga e os motivos mais comuns são: presenciação de uma briga conjugal entre os pais, sofrimento de violência física ou psicológica em casa e uso de drogas.

Casos difíceis
A parceria com a Faculdade de Medicina da USP pode ser observada nos casos considerados crônicos, ou seja, quando a criança já desapareceu há alguns anos e não há notícias de seu paradeiro. “Por meio do projeto Caminho de volta é feita a coleta de material genético dos familiares e cruzamento dos dados com a criança”, explica. Outra forma de auxílio nos casos difíceis é o processo de envelhecimento de foto, feito apenas pelo Secride (Serviço de Investigação de Criança Desaparecida). O projeto é custeado pela Fundação Criança. Estamos escrevendo esse projeto para pleitear uma inscrição no Boas Práticas do edital do Conanda e a idéia é sistematizar todo o trabalho realizado em São Bernardo para reivindicar possibilidades e melhorias do serviço e possibilitar uma divulgação e uma integração entre os órgãos competentes em todo o ABC.

Em São Bernardo, os familiares com casos de crianças e adolescentes desaparecidos podem procurar a Fundação Criança (rua Francisco Visentainer, 804, bairro Assunção) pelo telefone 4109-4355. Já o telefone para contato com o Projeto Andança é o 0800 7730 063.

Email é opção para intensificar as buscas
O drama de ter um ente querido desaparecido esta sendo vivido pela família de Marlene Rodrigues Cruz. Desde o dia 03 de fevereiro deste ano, seu sogro, Nelson Cruz sumiu próximo à sua residência, no Parque Novo Oratório. Para intensificar as buscas, os netos tiveram a idéia de criar um email informando sobre o ocorrido. “A expectativa é de o email seja bastante repassado e que alguém encaminhe informações do paradeiro dele”, diz a nora.

“Ele estava com início de Alzheimer e tinha mania de andar de ônibus. No dia em que desapareceu foi visto por volta das 14h15 no ponto de ônibus da rua Basiléia”, conta. A família, a princípio, pensou que o idoso de 80 anos estaria na casa dos irmãos. “Registramos B.O. (Boletim de Ocorrência) no dia seguinte e desde então procuramos por todos os locais possíveis”, diz.

Por: Natália Fernandjes
Fonte: Repórter Diário

Seminário “Crianças e internet: desafios e oportunidades”

Escrito em 8 de novembro de 2010, às 16:38

Com o crescente acesso da população mundial, em especial da juventude, às tecnologias da informação e das comunicações (TICs), suas consequências positivas e negativas para as crianças têm atraído a atenção não apenas de pais e educadores, mas também, dada a característica intrinsecamente internacional da Internet, de gestores públicos e organizações internacionais. O tema tem sido objeto de intensos debates no Fórum de Governança da Internet (IGF), entre outros eventos relevantes para a sociedade da informação.

Para contribuir com este debate, o Ministério das Relações Exteriores (Divisão da Sociedade da Informação – DI), a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO – Escritório de Representação no Brasil) e o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict)”, apoiados pela Secretaria de Direitos Humanos (SEDH) e o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL), realizarão, em 16 de novembro de 2010, o Seminário “Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação”.

O evento terá como objetivo estabelecer um debate abrangente sobre as oportunidades e os riscos associados ao uso da Internet por crianças e adolescentes, bem como sobre as ações que podem ser tomadas para maximizar as primeiras e minimizar os segundos, buscando assim contribuir para a formulação da política externa brasileira sobre o tema e das respectivas políticas públicas no País.

Clique aqui para conferir a programação do Seminário.

SEMINÁRIO
“Crianças e Internet: desafios e oportunidades na sociedade da informação”
Data: 16 de novembro de 2010, das 9h às 18h
Local: Palácio do Itamaraty, Auditório Wladimir Murtinho (subsolo), Brasília
Inscrições gratuitas, pelo e-mail dsi@itamaraty.gov.br (informe nome e telefone)

Fonte: pauloteixeira13.

O II Fórum da Cultura Digital Brasileira inicia suas atividades no domingo, dia 14/11,

Programação

 

O II Fórum da Cultura Digital Brasileira inicia suas atividades no domingo, dia 14/11, com um show de abertura do Gilberto Gil, Macaco Bong, DJ Tudo e a Banda de Pife Princesa do Agreste, no Auditório do Ibirapuera.

No dia seguinte, a Cinemateca Brasileira recebe as discussões, seminário, oficinas, encontros que acontecerão simultaneamente em seis espaços diferentes. São eles:

-Seminário Internacional da Cultura Digital (Sala BNDES)
-Experiências de Cultura Digital (Sala Petrobras)

-Arena de Debates (Foyer da sala BNDES)
-Deck
-Tenda de Encontro de Redes (tenda no gramado)
-Cultura Digital Mão na Massa (tenda no gramado)
.

Veja abaixo a programação por espaço:

SEMINÁRIO INTERNACIONAL CULTURADIGITAL.BR | Sala BNDES

As muitas vozes que compõem o mundo da cultura contemporânea. Ásia, África, América Latina, Europa e Estados Unidos. Intelectuais, artistas, ativistas, pesquisadores, gestores em debates profundos sobre questões prementes. Qual o papel do autor no contexto digital? O que é bom e ruim? Quem define? E a economia da criação? Quais novas alternativas de arranjos produtivo? Cultura Digital é internet? Ou uma nova ecologia multimidiática? O que veio antes, o que vem depois? Quais as perspectivas desse mundo em mutação?

Dia 15 de novembro – 2ª feira

14h às 16h Cultura Digital oito anos depois, dez anos a frente;
Palestrantes: John Perry Barlow (Eletronic Frontier Foundation) e Gilberto Gil (Músico)
Provocador: Cláudio Prado (Laboratório Brasileiro de Cultura Digital)

(16h – intervalo)

16h30 às 18h30 Os futuros do livro
Palestrantes: Bob Stein (Institute for the Future of The Book) e Heloisa Buarque de Hollanda (UFRJ)
Provocadora: Giselle Beiguelman (Instituto Sérgio Motta/PUC)

(18h30- intervalo)

19h às 21h Perspectivas criativas da Cultura Digital
Palestrantes: Vincent Moon (La Blogotheque) e HD Mabuze (C.E.S.A.R)
Provocador: José Luis Herencia (Secretário de Políticas Culturais/Ministério da Cultura)

Dia 16 de novembro – 3ª feira

14h às 16h Cidadania Digital Global
Palestrantes: Hernani Dimantas (Laboratório de Inclusão Digital), Eddie Ávila (Rising Voices/ Jaqi Aru.org) e Douglas Namale (Voices of Kibera);
Provocador: José Murilo Jr. (Coordenador de Cultura Digital/Ministério da Cultura)

(16h – intervalo)

16h30 às 18h30 Economia Criativa em Contexto Digital
Palestrantes: Eduardo Nassar (CapDigital) e Reinaldo Pamponet (Eletrocooperativa/It´s Noon)
Provocador: Alfredo Manevy (Secretário Executivo/Ministério da Cultura)

(18h30- intervalo)

19 horas Jean Pierre Gorin (O futuro do cinema)
Apresentadora e debatedora: Jane de Almeida (Mackenzie e UCSD)
20h30 – Exibição de M/F Remix, de Gorin

Dia 17 de novembro – 4ª feira

14h às 16h Cultura Digital para além da internet: Remix e Transmídia
Palestrantes: Eduardo Navas (Remix Theory) e Maurício Motta (Os Alquimistas)
Provocador: Newton Cannito (Secretário do Audiovisual/Ministério da Cultura)

(16h – intervalo)

16h30 às 18h30 Laboratórios Experimentais e Cultura Digital
Palestrantes: Marcos Garcia (MediaLab Prado), Tapio Makela (Marin.cc)
Provocador: Felipe Fonseca

(18h30 – intervalo)

19h Perspectivas para a Cultura Digital (Encerramento)
Leitura da carta final do Fórum da Cultura Digital Brasileira
Carlos Magalhães (Cinemateca Brasileira)
Alfredo Manevy (Ministério da Cultura)

21 horas – Coquetel de Encerramento

EXPERIÊNCIAS DE CULTURA DIGITAL | SALA PETROBRÁS

15 de novembro – 2ªfeira

10h às 11h: Experiências de educação e cultura digital
Laboratório Web de Comunicação (UFRJ) (Cristina Monteiro da Luz)
Centro Educacional Pioneiro: Débora Sebriam
SELIGA: Gilson Schwartz , Luiz Otávio de Santi e Marcia Maria de Moura Ribeiro
Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital: Vanessa Rodrigues
Projeto Folhas e o Livro Didático: Mary Lane Hutner
Polo de Cultura Digital: Cristiane Costa

11h às 12h30: Apresentações de Pesquisas Acadêmicas

José Fornari : Interatividade Gestual Artistica (IGA)

Exploração do Universo Virtual e das Novas Estratégias Narrativas Abertas pelas Mídias Digitais (Cristiane Costa)

Divulgação cultural da Baixada Fluminense mediada pelas mídias sociais na internet (Marcio Gonçalves)

Permeabilidade em Narrativas Transmídias (Vicente Gosciola)

O projeto Ciberintervenção urbana interativa (ciurbi) (Claudia Loch)

Bauhalien: O Site Experimental (Daniel Graf de Oliveira)

Formas e Imagens na Comunicação Contemporânea (Alfedo Suppia)

Videopoesia: Análise e Produção (Cardes Monção Amâncio)

Redes Sociais e Movimento Feminista: Estudo Exploratório a Partir de Comunidades do Orkut (Ronaldo Ferreira de Araujo)

Jornalismo e cultura digital: um estudo de caso do The Pirate Bay na Folha de S. Paulo (Eliane Fronza)

Cidade do Conhecimento: Moedas Criativas (Gilson Schwartz)

16h30 às 17h30: Experiências de Economia Criativa
Eletrocooperativa/ It’s noon: Reinaldo Pamponet
Futuro em Cena: Eduardo Nassar
Projeto Estrombo: Paula Martini
Toque no Brasil: Caio Tendolini e Silva

17h30 às 18h: Experiências africanas Kubatana.net: Upenyu Makoni-Muchemwa (Zimbábue)
Voice of Kibera: Douglas Namale (Kenya)

18h às 19h: Mesa: digitalização de acervos
Arquivo Público do Estado de SP: Haike Kleber da Silva
IPHAN
Funarte- Brasil Memória das Artes: Ana Claudia Sousa
Moderador: Roberto Taddei

19h às 20h Projetos XPTA.LAB

20h às 21h Mesa sobre Teatralidade digital
Teatro para Alguém: Lucas Pretti
Phila 7
Revista Bacante
moderador: Rodolfo Araújo

16 de novembro – 3ª feira

9h às 10h: Mesa sobre dados abertos

10 às 11h: Experiências de colaboração e interatividade
Mapa das Artes da Cidade Tiradentes: Luis Eduardo Tavares
Webdocumentário “Filhos do Temor”: Marcelo Bauer
Global Conflicts: Checkpoint: Gilson Schwartz
Termografia: Feco Hamburger
Busk.com: Camila Yokoo

11h às 12h30: Apresentações de Pesquisas Acadêmicas

Direito Achado na Rede (Paulo Rená)

Políticas de Autoria: Falhas enquanto Resistência (Ana Silvia Couto de Abreu)

Políticas Culturais sobre Direito Autoral ou Revolução Caraíba Contemporânea (Helena Klang)

Sociedade Informacional: um novo paradigma sócio-cultural (Mauricio N. Santos)

Distúrbios da Era Informacional: conflitos entre a propriedade intelectual e a cultura livre (Luis Eduardo Tavares)

Ferramentas de produção colaborativa na internet aplicadas à produção cultural e Mediação cultural em blogs de cultura urbana (Marcelo Santiago)

Ações Coletivas com Mídias Livres – interpretação de seu programa político (Luiz Carlos Pinto)

ContraCultura Digital (Thais Brito)

Video Livre no Brasil (Andressa Viana)

Colarte Digital: um mapa da arte digital colaborativa (Andre Stangl)

14h30 às 16h: Experiências da Amazônia
Coletivo Puraqué: Marcelo Lobato e Paulo Emmanuel Cunha da Silva
Projeto Saúde e Alegria/ Rede Mocoronga: Paulo Lima
Feira Cultura Digital dos Bairros/ Pontão de cultura digital do Tapajós: Tarcísio Ferreira
Drumbeat Amazônia: Luciano Santabrigida
No2somos (Colombia)

16h às 17h: Experiências de ativismo e rede
Technology for Transparency/ Creative Commons: Renata Avila (Guatemala)
Rising Voices/ Jaqi-Aru.Org: Eddie Avila (Bolívia)
Global Voices: Diego Casaes
Walking Tools: Brett Stalbaum (EUA)

17 de novembro (quarta-feira)

9h às 10h: Experiências argentinas de cultura digital
La Vecinda
FMp3
FM La Tribu
Fabrica de Fallas

10h às 11h: Cinturão Digital do Ceará

11h às 12h30: Apresentações de Pesquisas Acadêmicas

Open Business (Oona Castro)

Combate à Pirataria no Brasil (Olivia Bandeira)

Conhecimento e Controle na Cadeia Produtiva da Indústria Fonográfica em Período Recente (Glauber Eduardo Gonçalves)

Cidade do Conhecimento: Moedas Criativas (Gilson Schwartz)

Redes Sociais Digitais e Sustentabilidade (Massimo de Felice)

Audiosfera: Uma Década Hackeando a Indústria do Disco (Messias Bandeira)

Cultura digital – um desafio para as políticas públicas no Brasil (Taiane Fernandes)

14h às 15h30 Mesa sobre arte digital:
Arte do Cibridismo: Thiago Carrapatoso
Arte. Mov: Lucas Bambozzi
Laboca : Jarbas Jacome
Ressaca.net: Bruno Vianna

15h30 às 16h30 Experiências audiovisuais
Produção Cultural no Brasil: Georgia Nicolau
Mexe Mexe Tupi: Bruna Rafaella Ferrer
Pontão Digital Avenida Brasil/ Casa Curta-SE: Rosangela Rocha e Ricardo Ruiz

16h30  
Núcleo de Cultura Digital para o Estado do Rio de Janeiro: Adriano Belisário
Bailux: Régis
Redes da Cultura Digital – A Experiência da UFSCar: Ricardo Rodrigues
Lixo Eletrônico.Org: Felipe Andueza
Rede Brasil de Bibliotecas Comunitárias: Abraão Antunes da Silva

ARENA DA CULTURA DIGITAL

Diálogo e conflito. Diálogo é conflito. Democracia. Novas tecnologias e visões não tão novas assim. O impacto na regulação, na legislação, na gestão, na política. Processamento lento de uma realidade veloz. O que está por vir? O que queremos construir? O Brasil é pioneiro em olhar para a internet como um território livre. O Estado seguirá sendo instrumento para o aprofundamento dessa condição? Ou o Estado vai criminalizar o movimento? Os movimentos. Articulações em rede, transitórias ou definitivas, horizontais e plurais. Diálogo e Conflito. Democracia Direta.

Esse espaço, com cerca de quarenta lugares, abriga as discussões quentes da conjuntura nacional e global. Nela, irão ocorrer debates propostos por organizações da sociedade civil e do governo. Um anfiteatro grego que irá abrigar apenas o coro dos (des)contentes. Tudo transmitido ao vivo.

Dia 15 de novembro

10h às 13h – Governança da Internet

14h às 17h – Compartilhamento e remuneração do autor em contexto digital

17h30 às 20H30 – Festivais de Música e Cultura Digital

Dia 16 de novembro

10h às 13h – Banda Larga e Cultura Digital

14h às 18h – Marco Civil da Internet e Cibercrimes

18h30 às 21h – Liberdade de Expressão em Contexto Digital

Dia 17 de novembro

13h às 16h – Lan House e Cultura Digital: Como legalizar sem matar

16h às 18h – Televisão e Novas Tecnologias

DECK

15 de novembro

14h às 18h Newscamp

19h Lançamento do livro “Cidadania e Redes Digitais”

REDES DA CULTURA DIGITAL

Uma cultura tecida em redes que se articulam por meio das tecnologias do seu tempo. A cultura contemporânea não gosta de hierarquias rígidas, nem de comando de cima para baixo. Não é top down. É bottom up. Da base para o centro. Da periferia para a periferia. De um para todos os lugares. De todos os lugares para todos os lugares. De todas as pessoas para todas as pessoas. Descentralização. Arquiteturas e protocolos livres. Conversação. Consertação. Encontros que reforcem articulações virtuais. Que as diferentes redes se encontrem, num mesmo lugar.

Essa tenda de circo, com cerca de cem lugares, será ocupada por encontros de diferentes redes que se articulam em torno do CulturaDigital.br. São atividades auto-geridas pelos seus proponentes, abertas ao público que queira conhecer melhor esses grupos.

Dia 15 de novembro

10h às 13h Newscamp (desconferência sobre jornalismo e colaboração)
Alguns nomes confirmados: André Deak (Casa da Cultura Digital), Ceila Santos (Desabafo de Mãe), Antônio Martins (Ciranda da Informação Independente), Sérgio Gomes (Projetos Especiais Oboré)

14h às 18h Redelabs (encontro sobre cultura digital experimental)
Alguns nomes confirmados: Felipe Fonseca (RedeLabs), Marcos Garcia (Medialab-Prado), Tapio Makela (Translocal.net), Ricardo Brazileiro, Lucas Bambozzi

18h30 às 21h Encontro de Acervos e Servidores Livres
Alguns nomes confirmados: Leo Germani (HackLab), Lincoln de Sousa (Minc), Billy Blay Costa (ITeia), Fabianne Balvedi (Estúdio Livre)

Dia 16 de novembro

10h às 13h PCult: encontro do Partido da Cultura
Alguns nomes confirmados: Talles Lopes (Abrafin), Pablo Capilé (Circuito Fora do Eixo), Claudio Prado (Casa da Cultura Digital), Rodrigo Savazoni (Casa da Cultura Digital), Felipe Altenfelder (Massa Coletiva), Georgia Nicolau (Produçãocultural.Org.Br)

14h às 18h Newscamp (Jornalismo Colaborativo: passado, presente e futuro)
Alguns nomes confirmados: Ana Brambilla (Terra), Rafael Sbarai (Veja), Diego Casaes (Global Voices)

18h30 às 21h Educação e Cultura Digital
Alguns nomes confirmados: Jader Gama (Puraqué), Paulo Lima (Saúde e Alegria), Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital, Bianca Santanna (REA)

Dia 17 de novembro

9h às 11h – REA Camp

11h às 13h – Rádio Digital

13h às 15h – Circuito Fora do Eixo
Alguns nomes confirmados: Pablo Capilé, Talles Lopes, Daniele Lima, Caio Marques Mota, Leonardo Palma

15h às 18h – Encontro das Casas Associadas

Cultura Digital Mão na Massa

Atividades permanentes

– Transparência Hack Day
– Hackerspace “Garoa Hacker Clube”
– Cobertura Colaborativa
– Install Fest

Oficinas

15 de novembro

10h às 12h Dados Abertos: o maravilhoso mundo do screen-scraping (Pedro Belasco)

12h às 16h Animação 2D com software livre (Paulo Emmanuel Cunha da Silva)

16h às 18h Walking tools (Brett Staulbam)

18h às 22h Mapas Cognitivos- cultura digital (Alissa Gottfried)

18h às 22h Ledslife (Fabio Stasiak)

16 de novembro

10 às 12h Construção de Câmaras Digitais Artesanais com Sucata de Scanners (Guilherme Maranhão)

14h às 16h Atari Punk Console (La Vecinda)

16h às 18h Walking tools (Brett Staulbam)

18h às 21h – App Das Cavernas Remix – Iphones (Homero Basílio)

21h às 24h Navalha: Aprendendo a criar seu próprio software livre de samples com a linguagem Puredata

17 de novembro

10h às 12h FFGinga (Juba)

13h às 18h30 Construção de pedais sonoros (Eric dos Santos Barbosa)

FONTE :  http://culturadigital.br/forum2010/programacao/

 

F.A.S. – FORUM DA ASSISTENCIA SOCIAL DA CIDADE DE SAO PAULO, CONVIDA.

I – Reuniao do F.A.S. no dia 08 de novembro de 2010, na Camara Municipal – 1º. Andar – das 9h00 as 12h00.

 

II – Acompanhamento da Audiencia Publica do Orcamento da Assistencia Social para 2011. no dia 08 de Novembro – Camara Municipal – 8o. andar – Salao Nobre – das 13h00 as 14h00.

(Planilha comparativa Orcamento comparativo 2010-2011(1))

III – Comemoracao do dia da Assistencia Social – 12 de novembrodas 10h00 as 12h00. Camara Municipal – terreo. (Convite anexo).

Comissão de Articulacao.

Justiça nas Escolas – CNJ lança cartilha anti bullying. Baixe a sua aqui.

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) promoveu o projeto Justiça na Escola, com o objetivo de aproximar o Judiciário e as instituições de ensino do país no combate e prevenção dos problemas que afetam crianças e adolescentes.

Na ocasião foi lançada a cartilha anti bullying. Baixe aqui : BULLYING

Nuvem de tags

%d blogueiros gostam disto: