Defesa de Direitos Humanos com foco principal na criança e adolescente

Arquivo para 01/12/2010

FUNDO BRASIL LANÇA EDITAL 2011 PARA SELEÇÃO DE PROJETOS

Evento será no auditório da Ação Educativa, em São Paulo.

O Fundo Brasil de Direitos Humanos lança, no dia 6 de dezembro, segunda-feira, o Edital 2011 para seleção de projetos a serem apoiados pela fundação. O lançamento será na abertura do debate “Memória e Verdade – Reflexos da violação desses direitos nos dias de hoje”, marcado para as 19 horas no auditório da Ação Educativa, em São Paulo.

O ministro Paulo Vanucchi; a doutora em Política e pesquisadora da Unicamp, Glenda Mezarobba; o advogado e ex-ministro da Justiça, José Carlos Dias; e o diretor do Fundo Brasil, Oscar Vilhena, são os debatedores. A mediação ficará a cargo da advogada Denise Dora

O debate aberto ao público em geral também faz parte do “Encontro de Projetos”, que reúne representantes das organizações que tiveram projetos apoiados pelo Fundo Brasil em 2010, previsto para ocorrer entre os dias 5 e 8 de dezembro, de domingo a quarta-feira.

Anualmente, o Fundo Brasil realiza o “Encontro de Projetos” com atividades de formação destinadas exclusivamente ao grupo de participantes das organizações com projeto contemplado no edital do ano em curso. A proposta dessa edição é promover a reflexão sobre a temática “Memória e Verdade”, sob a perspectiva de que “o Fundo Brasil toma a questão do Direito à Memória e à Verdade como indispensável, não apenas para com o pressuposto da realização da Justiça para as vítimas da ditadura, mas também como um elemento constitutivo de uma sociedade democrática”, como traduz Oscar Vilhena, um dos diretores da fundação.

A abertura dessas atividades, no domingo, dia 5, será o com show “Diálogos Musicais – Memória e Verdade”. Jair Rodrigues e MPB4 se apresentam a partir das 18 horas no Teatro Paulo Autran / Sesc Pinheiros. Dirigido por Mário Manga e apresentado por Wandi Doratiotto, o evento contará com a rica produção cultural do período da ditadura, para refletir sobre “Memória e Verdade” e os impactos da violação desses direitos nos dias de hoje. Para estar no show, aberto ao público em geral, é preciso comprar os ingressos pelo sistema Ingressosesc.

O Fundo Brasil é uma fundação privada, que foi instituída em 2006 com a missão de promover os Direitos Humanos em nosso país. Nossa atividade central é apoiar projetos de pequenas organizações da sociedade civil e de indivíduos, criando mecanismos de sustentabilidade do trabalho em defesa dos Direitos Humanos. O foco das nossas iniciativas tem sido o combate à discriminação e à violência institucional.

A escolha dos projetos que apoiamos se dá por meio de editais públicos anuais. Nos editais de 2007, 2008, 2009 e 2010, foram recebidas 2.896 propostas e apoiadas efetivamente 108, em todas as áreas dos Direitos Humanos – R$ 2,6 milhões foram repassados aos projetos

ONU marca Dia Mundial de Combate à Aids chamando atenção para direitos dos soropositivos

 

Para marcar o Dia Mundial de Combate à Aids, a OMS (Organização Mundial de Saúde) disse que saúde, Aids e direitos humanos estão interligados. Em todo o mundo, cerca de 34 milhões de pessoas convivem com o vírus do HIV.

Efe

Estudantes participam de manfiestação em Jammu, Índia

Em nota, a OMS afirmou que os grupos mais expostos ao risco do HIV, incluindo trabalhadores do sexo, usuários de drogas injetáveis, homens que têm relação sexual com outros homens e transexuais, são também os que menos têm acesso a programas de prevenção da doença. De 92 países pesquisados em 2009, apenas 36 ofereciam serviços de redução de danos.

Segundo as Nações Unidas, 80% de todas as mulheres contaminadas com o HIV no mundo vivem na África Subsaariana. No leste europeu, 50% dos soropositivos são também usuários de drogas injetáveis. Já na Holanda, na Espanha e na França, até três quartos das novas infecções por HIV ocorrem em grupos de imigrantes.

Crianças

A ONU acredita que é possível haver uma geração de crianças livre de Aids em 2015 desde que a comunidade internacional reforce o acesso universal aos tratamentos para combater o vírus HIV e melhore a proteção social, aumentando a luta contra a marginalização e as desigualdades.

Leia mais:
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Segundo as Nações Unidas, a cada dia, quase mil crianças nascem na África Subsaariana infectadas pelo HIV, transmitido pelas mães. Novos tratamentos existentes beneficiam tanto as mulheres grávidas como seus filhos.

Dados da ONU indicam que, em 2009, nos países de baixa e média renda, 53% das mulheres grávidas e infectadas se beneficiaram de tratamentos com antirretrovirais para prevenir a transmissão de mãe para filho, contra 45% de 2008.

No caso da América Latina e do Caribe, 57% das mulheres grávidas soropositivas receberam tratamento em 2009, contra 29% em 2005. O acesso a esses tratamentos melhorou especialmente nos países do sul e no leste da África, onde beneficiaram 68% das infectadas

CDES homenageia presidente Lula na última plenária do governo

Palácio do Planalto reúne em torno de 150 conselheiros e ex-ministros de Relações Institucionais no dia 2/12 para celebrar a trajetória do CDES como instrumento da democracia

30/11/2010 

Discurso do presidente Lula no ano de criação do Conselho
Discurso do presidente Lula no ano de criação do Conselho

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa, no dia 2 de dezembro, no Palácio do Planalto, da última plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) do seu governo. A reunião, coordenada pelo ministro da Secretaria de Relações Institucionais (SRI) e secretário-executivo do CDES, Alexandre Padilha, celebra o êxito da consolidação do conselho e o seu legado para a democracia brasileira.

Todos os mais de 150 líderes da sociedade civil que já participaram do conselho homenagearão o presidente. Também eles receberão uma distinção pelo trabalho realizado. O CDES, criado pela lei 10.683/2003 como um órgão consultivo da Presidência, é composto atualmente de 90 conselheiros e 17 ministros, com mandato de dois anos (renovável). É formado por empresários, sindicalistas, intelectuais e líderes de movimentos sociais.

Confirmaram presença na cerimônia todos os ministros da Secretaria de Relações Institucionais que já coordenaram o CDES. O presidente do Conselho é o  Presidente Lula, que será substituído em 2011 pela presidente eleita, Dilma Roussef. No novo governo, os conselheiros vão prosseguir a discussão em torno dos nove desafios que consideram prioritários para que o Brasil continue seu caminho na direção do crescimento econômico com inclusão social e ambientalmente sustentável.

Essas diretrizes compõem a Agenda para o Novo Ciclo de Desenvolvimento (ANC), entregue ao Presidente da República, em 17 de junho deste ano:

1) Os novos horizontes da educação;

2) Desafios do Estado democrático e indutor do desenvolvimento;

3) A transição para a economia do conhecimento;

4) Trabalho decente e inclusão produtiva;

5) Padrão de produção para o novo ciclo de desenvolvimento;

 6) O potencial da agricultura;

7) O papel da infra-estrutura: transportes, energia, comunicação, água e saneamento;

 8) A sustentabilidade;

9) Consolidação e ampliação das políticas sociais.
 
Confirmaram presença na cerimônia todos os ministros da Secretaria de Relações Institucionais que já coordenaram o CDES.  O primeiro ministro do CDES (2003) foi Tarso Genro, sucedido por Jaques Wagner em 2004. Tarso retornou ao CDES em março de 2006. Walfrido dos Mares Guia foi secretário-executivo do CDES entre abril e novembro de  2007. O Conselho ficou sob gestão de José Múcio Monteiro desde o fim de 2007 até setembro de 2009, quando assumiu o atual ministro, Alexandre Padilha.

No evento do dia 2, serão distribuídos aos conselheiros dois relatórios do Observatório da Equidade, uma rede ampliada de observadores  do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) e entidades parceiras. Trata-se do “4º Relatório sobre as Desigualdades na Escolarização no Brasil” e do “2º Relatório sobre Indicadores de Equidade no Sistema Tributário Nacional”. Implantado em 2006, o Observatório tem a participação de representantes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE).

 

CDES elabora documento que monitora evolução dos Enunciados Estratégicos

CDES publica documentos sobre desenvolvimento

Pleno do CDES Reunião Ordinária nº 36 – 02/12/2010

Jovens de 15 a 24 anos são foco de campanha contra a Aids

Agência Brasil 
BRASÍLIA – Jovens brasileiros de 15 a 24 anos são o foco da campanha ‘O Preconceito como Aspecto de Vulnerabilidade ao HIV/Aids’, que será lançada nesta quarta-feira pelo Ministério da Saúde para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Aids.

De acordo com dados do ministério, o grupo tem o maior número de parceiros casuais em relação a adultos e cerca de 40% deles declararam não usar preservativo em todas as relações sexuais.

O objetivo da campanha, segundo o Ministério da Saúde, é a desconstrução do preconceito sobre pessoas que vivem com o vírus HIV no Brasil, além da conscientização de jovens sobre comportamentos seguros de prevenção contra a aids.

Bruna Lopes, de 20 anos, acredita que a campanha é importante para alertar os jovens em relação aos riscos que correm ao praticar uma relação sexual sem camisinha. Ela admitiu que sente dificuldade em usar o preservativo quando está em um relacionamento que parece estável. “A gente confia mas, na verdade, é arriscado também”, contou.

Para Silvana Pereira, de 18 anos, falta estratégia para convencer os jovens sobre a importância de se prevenir por meio da camisinha – sobretudo para meninas mais novas. “Todo mundo já sabe, mas continua fazendo. Então, tem alguma coisa errada”, disse. Mesmo casada, Silvana faz o teste rápido de seis em seis meses. “O problema é que confiamos nos parceiros e não usamos camisinha”, afirmou.

Raiane Souza, de 21 anos, confirma a versão de que o que falta mesmo aos jovens não é informação, mas responsabilidade. “Vejo que as meninas não pensam no que estão fazendo. Muitas vezes, vamos na empolgação e, quando vemos, já foi sem camisinha mesmo”.

O Dia Mundial de Luta Contra a Aids foi instituído como forma de despertar a necessidade de prevenção, de promoção do entendimento sobre a pandemia e de incentivar a análise sobre a aids pela sociedade e órgãos públicos. No Brasil, a data começou a ser comemorada no fim dos anos 80.

Fonte: http://www.jb.com.br/ciencia-e-tecnologia

Apenas seis em dez crianças são alfabetizadas até os nove anos.

Letícia Casado e Camila de Oliveira, do R7

Esta é a idade adequada dos alunos no 3º ano do fundamental (2ª série)

Apenas 58,1% das crianças de nove anos concluíram o 3º ano (2ª série), mostra levantamento da ONG Todos Pela Educação

…Uma pesquisa da ONG Todos Pela Educação divulgada nesta quarta-feira (1º) mostra que apenas 58,1% das crianças de nove anos concluíram o 3º ano (2ª série).

Em teoria, aos oito anos a criança deve estar cursando essa turma, mas a entidade considera na classe correta aqueles que têm um ano a mais. É uma espécie de “extra” para levar em conta os estudantes que fazem aniversário em diferentes épocas do ano letivo.

A alfabetização até os oito anos de idade é uma das metas da Todos Pela Educação. No entanto, a pesquisa cita a inexistência de instrumentos de avaliação – como uma prova específica para esse grupo – para verificar a alfabetização das crianças nessa faixa etária. Isso prejudica a medição do nível de conhecimento desses estudantes, diz a ONG.

Quando consideradas as crianças que completam o 3º ano até os dez anos de idade, o percentual sobe para 84,2%. Ou seja: 15,8% dos estudantes da segunda série (3º ano do fundamental) têm 11 anos ou mais

Sul x Nordeste

O estudo mostra também que as diferenças entre os Estados pode ser grande. O Paraná tem a maior taxa de conclusão aos nove anos (79,5%) e Santa Catarina, aos dez (95,1%).

A Paraíba contabiliza o menor percentual em ambos os casos. Apenas 40% dos alunos concluem esta série escolar aos nove anos, e 67,6%, aos dez. Isso significa que o atraso neste Estado é grande, pois muitos alunos do 3º ano do fundamental têm mais que 11 anos de idade.

Para a secretária de educação básica do Ministério da Educação, Maria Pilar Dallari, essas diferenças se dão, principalmente, por causa da economia e do nível de vida dos Estados.

– Não podemos negar que a diferença entre os índices de alfabetização da Paraíba e do Paraná têm relação com as condições socioeconômicos dos Estados e o contexto histórico dos dois.

Renda familiar

A Todos Pela Educação mostra que a taxa de alfabetização na idade adequada cai conforme menor o rendimento familiar.

Somente 43,9% das crianças de famílias com rendimento de até um quarto de salário mínimo per capita (R$ 127/ família) concluíram o 3º ano (2ª série) aos nove anos e 71,3% aos dez.

Nas famílias com mais de cinco salários mínimos de rendimento (R$ 2.550), a taxa de alfabetização na idade correta sobe para 80,4% aos nove anos e para 96,2% aos dez.

Percentual de crianças de 9 e 10 anos que concluíram o 3º ano (2ª série) do ensino fundamental (%)

Brasil e regiões Crianças de 9 anos Crianças de 10 anos
Brasil 58,1 84,2
Norte 52,2 77,4
Rondônia 65,5 82
Acre 70,2 81,9
Amazônia 42,9 77,7
Roraima 66,1 79 ,5
Pará 47,3 73,8
Amapá 75,8 89,6
Tocantins 62,1 84
Nordeste 53,8 79
Maranhão 55,6 74,8
Piauí 47,8 74,6
Ceará 60 84,8
Rio Grande do Norte 58,6 82,5
Paraíba 40 67,6
Pernambuco 57,4 80
Alagoas 41 85,8
Sergipe 52,1 79,8
Bahia 53,8 78,6
Sudeste 56,7 87,5
Minas Gerais 44,2 81,7
Espirito Santo 54,1 86
Rio de Janeiro 40,9 78,2
São Paulo 69,3 93,9
Sul 74,8 91
Paraná 79,5 91,3
Santa Catarina 72,3 95,1
Rio Grande do Sul 72, 1 88,1
Centro – Oeste 61,7 86,6
Mato Grosso do Sul 67,4 86,3
Mato Grosso 54,9 88,4
Goiás 63,9 85,9
Distrito Federal 58,5 86,8

Obs: Idade escolar definida por nove anos/dez anos completos em 30 de junho.

Fonte: Pnad, IBGE/ Tabulação Todos Pela Educação

Curso Online de Nutrição e HIV.

O curso Nutrição e HIV por meio da Educação a Distância oferece ao profissional o conhecimento sobre epidemiologia, sistema imunológico, manifestações clínicas, transmissão vertical, terapia antirretroviral, tratamento e muito mais.

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Duração: 30 dias

Próxima Turma: 02/12/2010

por 3x de R$ 65,94
sem juros no cartão
ou R$ 197,82 à vista

Conteúdo Programático do curso online Nutrição e HIV

  • Definição
  • Classificação
  • Etiologia
  • Epidemiologia
  • Propriedades do HIV
  • Sistema imunológico
  • Incubação, susceptibilidade e vulnerabilidade
  • Fisiopatologia
  • Aspectos clínicos e laboratoriais
  • Manifestações clínicas
  • Diagnóstico Diferencial
  • Transmissão
  • Profilaxia
  • Tratamento
  • Medicamento
  • Adesão ao tratamento
  • Prevenção
  • Nutrição
  • Alimentação equilibrada
  • Necessidades nutricionais
  • Macronutrientes
  • Micronutrientes
  • Nutrição X AIDS
  • Alterações nutricionais
  • Alterações metabólicas
  • Avaliação Nutricional
  • Avaliação Bioquímica
  • Orientação nutricional para efeitos adversos da medicação anti-retroviral

Maiores informações e matrículas: http://www.portaleducacao.com.br/cursos/349/curso-de-nutricao-e-hiv

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