Defesa de Direitos Humanos com foco principal na criança e adolescente

Arquivo para 11/01/2011

Plataforma por uma Internet Livre, Inclusiva e Democrática

Plataforma construída conjuntamente entre entidades da sociedade
civil e ativistas para a próxima gestão do CGI.br. Buscamos concentrar aqui os
diagnósticos e preocupações deste coletivo na luta por uma Internet
efetivamente livre, inclusiva e democrática.

Convidamos tod@s à leitura e ressaltamos que o documento está aberto à
assinatura das entidades e dos candidatos e candidatas que partilhem do mesmo
programa e concordem com a construção nele colocada.

Pela estrutura da própria lista de discussão, peço aos que não conseguem
encaminhar mensagens a todos os seus membros que enviem as novas adesões
diretamente a mim.

Os candidatos e candidatas que assinam a presente Plataforma são:
•       Carlos Afonso (Rio de Janeiro/RJ) – Instituto de Estudos Socioeconômicos
•       Leandro Chemalle (São Paulo/SP) – Associação Regional Educacional de Defesa da Cidadania – A REDE da Cidadania
•       Marcus Manhães (Campinas/SP) – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação
•       Percival Henriques (João Pessoa/PB) – Associação Nacional de Inclusão Digital
•       Ricardo Negrão (São Paulo/SP) – Central Única dos Trabalhadores
•       Pedro Jatobá (Recife/PE) – Instituto Intercidadania
•       Sergio Amadeu (São Paulo/SP) – Coletivo Digital
•       Veridiana Alimonti (São Paulo/SP) – Idec – Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Tambem assinam a Plataforma:
 
ANPG – Associação Nacional dos Pós-Graduandos

ARPUB – Associação das Rádios Públicas do Brasil

Associação dos Estudantes de São Paulo

Contee – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino

UBES – União Brasileira dos Estudantes Secundaristas

UCE – União Catarinense dos Estudantes

UNE – União Nacional dos Estudantes

 
Ressalto que ela continua aberta a adesões de demais candidatos e entidades.

Abraços cordiais,

Veridiana Alimonti
Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor

Leia a integra aqui: (PDF) Plataforma por uma Internet Livre, Inclusiva e Democrática

Enxame, vexame, bilhões de abelhas estão morrendo.

Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.

Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio  das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais – esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.

Não temos tempo a perder – o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

As abelhas são vitais para a vida na Terra – a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.

Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas – algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.

Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é “altamente tóxico” e representa um “grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)”.

Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos – apicultores e agricultores – querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:

https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl

Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.

Com esperança,

Alex, Alice, Iain, David e todos da Avaaz

Leia mais:

Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/

O desaparecimento das abelhas melíferas:
http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180

Alemanha proíbe oito pesticidas neonicotinóides em razão da morte maciça de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/

Campos silenciosos:
http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html

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