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Homofóbicos têm desejo sexual pelo mesmo sexo? Cientistas dizem que sim

Thiago Perin 24 de junho de 2011

É ciência. No caso, a constatação de um estudo lá da Universidade de Georgia, nos EUA. Tudo bem, a pesquisa é de 15 anos atrás, mas, em vista de toda a discussão que tem rolado a respeito do casamento gay, da criminalização da homofobia e por aí vai, comentá-la ainda é relevante. “A homofobia está aparentemente associada à excitação homossexual“, apontam os pesquisadores, “que o indivíduo homofóbico desconhece ou nega“.

Antes de tudo, os especialistas perguntaram a homens heterossexuais o quão confortáveis eles se sentiam ao redor de homens gays. Com base nesses resultados, dividiram os voluntários em dois grupos: os que exibiam sinais de homofobia (com 35 participantes) e os definitivamente não-homofóbicos (neste, eram 29, no total). Aí começou o teste.

Todos os homens foram colocados em salinhas privativas para assistir a vídeos “quentes”, de quatro minutos cada: um mostrava cenas de sexo entre um homem e uma mulher; outro, entre duas mulheres; e o último, entre dois homens. Enquanto a sessão se desenrolava, um aparelho, ligado ao pênis de cada participante, media o nível de excitação sexual de cada um. A engenhoca, segundo os cientistas, era capaz de identificar a excitação sexual sem confundi-la com outros tipos de excitação (como nervosismo ou medo).

Eis os resultados: enquanto assistiam aos vídeos de sexo heterossexual ou lésbico, tanto o grupo homofóbico quanto o não-homofóbico tiveram “aumento da circunferência do pênis”. Em outras palavras, gostaram do que viram. Mas durante o filminho gay “apenas o grupo homofóbico exibiu sinais de excitação sexual“, afirma o estudo. Pois é, eles até disseram que preferiam manter distância dos gays. Mas, opa, seus pênis contaram outra história.

Quer conferir o estudo completo? Dá uma olhada aqui.

E vocês, o que acham disso? Lembrando que essa é uma constatação puramente científica, despida de qualquer viés político, hein, gente?

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Censo da Web: Software livre está presente em 62% dos sites governamentais

:: Ana Paula Lobo
:: Convergência Digital :: 17/08/2010

A adoção da política de software aberto deu frutos no governo brasileiro, de acordo com os dados do censo da Web, divulgados pelo CGI.br, no domínio .gov.br. A grande maioria dos sites governamentais adota o apache, de código aberto. O software da Microsoft é utilizado em 32%. O Open Source tem forte presença na região sul. Na região centro-oeste há um empate técnico entre o software livre e a tecnologia da Microsoft.

Na região Nordeste, por exemplo, 51% dos sites governamentais usam software livre e 39%, tecnologia da Microsoft. Na Região Norte, esse índice fica em 58% para o Open Source e 30% para a MS, no Sudeste, a diferença é 50% para o software livre e 44% para a tecnologia Microsoft.

Na parte de tecnologia utilizada para disponibilização de dados, o PDF é o mais usuado com 80%. O formato doc, da Microsoft, responde por 13%. O OTT que é padronizado é usado por 2%.

“Esse resultado nos surpreende porque o padrão é sempre a melhor forma de conseguir interoperabilidade, mas não temos como avaliar nesse primeiro retrato. É perigoso fazer uma análise”, diz Wagner Diniz, gerente do escritório W3C do Brasil.

Num ranking nacional, os órgãos públicos do Paraná são os que mais utilizam a internet para se comunicar com o cidadão. O censo Web diz que 17% dos sites de governo do Paraná possuem o domínio pr.gov.br. O número é superior ao apresentado por São Paulo e pelo governo federal, ambos com 14% de participação.

“Verificamos que um dos pontos que contribuíram para o grande volume de sites no Paraná é o fato de que todas as escolas públicas do estado têm sua própria página na internet”, afirma Diniz. No que diz respeito à quantidade de informações disponíveis, entretanto, o governo federal responde pela maior fatia (26%), seguido por São Paulo (12%) e pelo Paraná (7%).

“Temos números sobre a quantidade de sites e de dados disponíveis, mas não podemos avaliar a qualidade das informações apresentadas”, pondera Diniz. O censo Web identificou 11.856 sites governamentais de livre acesso no país, que respondem por menos de 1% do total de sites com domínio .br.

O estudo ainda mostra que 57% dos sites do governo pertencem às regiões Sul e Sudeste, que abrigam 40% das informações disponíveis aos cidadãos. Quase todas as páginas são apresentadas apenas em português. Apenas 3% das páginas pesquisadas trazem informações em outro idioma – inglês, francês ou espanhol.

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