Defesa de Direitos Humanos com foco principal na criança e adolescente

Posts marcados ‘Sexo’

Mas, afinal… O que é que estão inventando? E desde quando a luxúria é crime?!




por John Lichfield, The Independent, UK [excertos]

Strauss-Kahn’s defence: what’s wrong with lust?

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

John Lichfield

[Entreouvido na Vila Vudu, na hora do recreio: “Bom… Em matéria de libertinagem, muito melhor o Strauss-Khan, que o Sarkozy, o Hollande, a Le Pen e a Lagarde SOMADOS”.]

Dominique Strauss-Kahn [No Cartum] , ex-presidente do Fundo Monetário Internacional, está sendo perseguido por ser conhecido como “homem de desejos fortes” e “libertino” – esbravejaram ontem seus advogados.

Um juiz francês acusou Strauss-Khan, 62, formalmente, por participar da organização de orgias em três países, das quais participaram empresários, um alto oficial de polícia e prostitutas. Para a lei francesa, ajudar prostitutas a encontrar clientes ou a reunir-se com clientes é crime, mesmo que a ajuda não seja remunerada.

A polícia diz ter em seu poder mensagens enviadas por Strauss-Kahn, nas quais fazia arranjos para festas e recomendava uma das mulheres a um amigo.

Strauss-Kahn não nega participar de orgias, “soirées libertines”, como disse, entre 2009-11. A última em Washington, dias antes de ser preso em New York em maio passado.

Interrogado por juiz de instrução na França, mês passado, Strauss-Kahn disse que nunca imaginou que as moças presentes às festas fossem prostitutas. “Como poderia supor que fossem prostitutas”, perguntou ele, “se a noitada havia sido organizada por alto funcionário da Polícia?”

Seus advogados disseram ontem que o caso contra ele é “oco, vazio, raso, inexistente”. Um dos advogados disse:

“Mobilizaram-se recursos colossais, da Polícia e do Judiciário, para invadir e vasculhar toda a vida privada do Sr. Strauss-Khan… com o único objetivo de inventar, para poder punir, o que só se pode descrever como “crime de luxúria”.

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Matéria recebida por e-mail da redecastorphoto

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Ilustração: AIPC – Atrocious International Piracy of Cartoon

Casamento homossexual, Hélio Bicudo e a noção de “pseudo-família”

13/04/2011

Dois leitores acham que um terceiro leitor, o Jesuíno (vide texto), que criticou o que chamou de “Kit Gay” porque este estaria ensinando que temos de chamar Maria de João e João de Maria, está falando a mesma coisa que o Dr. Hélio Bicudo, que se posiciona contra o casamento de pessoas do mesmo sexo (Vide texto). Esses dois leitores são Wesley e Paulo Vitor. Tudo indica que eles não entenderam três coisas: não apreenderam o que o governo quer, o que Jesuíno disse e no que Hélio Bicudo se baseia.  Infelizmente, mais uma vez, como minha paciência é quase infinita, vou explicar.

O que a maioria dos que estudam questões homossexuais dizem é que alguém pode assumir a identidade de gênero que quiser. O ex-Presidente da República trocou de nome. Ele não tinha “Lula” no nome. Depois, em função da política, colocou o apelido dentro de nome. Foi um segundo batismo. No cartório. As razões foram eleitorais. Agora, caso ele fosse um transsexual e quisesse tirar a barba, colocar silicone e, enfim, ter sua identidade como Izilda, não teria de haver problema nenhum. Uma vez na escola, solicitando aos colegas e professores que o identificassem por Izilda, deveria ser atendido. É isso. É assim que se deve fazer.

Jesuíno, o homofóbico que postou coisas aqui contra mim, não consegue entender isso. Ele imagina que a ciência e o Estado brasileiros, unidos, estão falando bobagem ao endossar posturas como essas que estão no que chamou de “Kit Gay” do governo. Os argumentos dele são uma proliferação de preconceitos – bolsonarisses em tempos de reações bárbaras. Já comentei isso tudo aqui neste blog. Não vou fazer novamente.

Agora, a posição do Wesley e o Paulo Vitor são diferentes de tudo isso. Eles acharam Na Internet um discurso do Hélio Bicudo que, baseado na doutrina católica, tenta mostrar que a legalização do casamento gay está ligada ao endosso de uma noção de “pseudo-família”, e que isso, indiretamente, atenta contra a vida do mesmo modo que a legalização do aborto.  Paulo Vitor e Wesley acham que se eu chamei Jesuíno de homofóbico, deveria fazer o mesmo com Hélio Bicudo, e que só não faço isso porque o Dr. Hélio é meu amigo. Mas, Wesley e Vitor não entenderam nenhum dos três casos. Eles estão tentando aproximar o distante, por falta de filosofia.

O documento do governo não está baseado em “ciência”’. Não há ciência do homossexualismo.  O texto de Jesuíno, ao falar do Conselho de Psicologia, atribuindo a este uma posição científica definitiva sobre casamento gay, é uma bobagem. Jesuíno não sabe do que fala o Conselho de Psicologia. O Conselho jamais quis dar uma “última palavra” sobre homossexualismo. Apenas quis dizer que o status quo de outrora, que provocava a condenação moral – e legal – ao homossexualismo baseada no diagnóstico médico, que dizia que homossexualismo era uma doença, não está mais vigente. A lei mudou. Mudou por consenso político, não por “ciência”.

Agora, a posição do Dr. Hélio é diferente de tudo isso. Ele está dizendo que na concepção católica um casal homossexual, como não pode ter filhos naturais (ainda), termina por ser uma “pseudo-família”.  Em certo sentido, ele está correto. Mesmo que um casal homossexual adote uma criança, ainda assim, o resultado não seria a composição de uma família tradicional, no sentido do entendimento da Igreja Católica. Assim, a posição do Dr. Hélio nada tem de homofóbica. Ele, como jurista, está separando o que é do âmbito privado, que é o relacionamento sexual, do que é do âmbito público, que é o casamento e constituição de família. Podemos ler o parecer do Dr. Hélio da seguinte forma: sexo se faz em casa, com quem você quiser, agora, família não vive só dentro de casa, ela é uma entidade com faceta pública, e a sociedade, então, pode querer dizer para si mesma o que é família. O que é família para a sociedade brasileira? Ora, houve um debate sobre isso? Não! Como não houve, o Dr. Hélio Bicudo pode, então, por sua opinião como membro da sociedade brasileira, que, no caso, retrata também a comunidade católica. É o que ele fez.

Ora, ao fazer isso, o Dr. Hélio está agindo democraticamente. E até mais democraticamente que os grupos de pressão que atuam no Congresso, a favor do casamento gay. Pois, assim agindo, o Dr. Hélio permite a um filósofo como eu vir aqui e dizer que talvez seja o caso, sim, de olharmos para a sociedade e vermos o que é que estamos entendendo por família.

Particularmente, minha posição é que a noção de família pode abarcar um casal de mesmo sexo cuidando de uma criança. Duas mulheres ou dois homens podem, caso assim o desejem, adotar uma criança (aliás, acho até que, no futuro, um animal poderá adotar uma criança, como os fundadores de Roma, que foram criados por uma loba, ou como meninos autistas, que estão vivendo melhor com cães). Ninguém é tolo de achar que a criança vai ter de chamar um de pai e o outro de mãe. A criança pode muito bem aprender a chamá-los pelos nomes ou como eles a ensinarem. Ela pode muito bem colher seus modelos de “masculino” e “feminino” ou qualquer outro modelo de vários elementos da sociedade. Nenhuma criança aprende ser “menina” ou “menino” só com os pais, aprende com os colegas, vizinhos, tias, tios, filmes e, principalmente, professores. Aprende com quem ela admira.  Que elas admirem gente que é inteligente, de mente aberta, honesta etc. Pronto. É isso.

A Igreja Católica teme que a criança não tenha boa formação se há dois homens ou duas mulheres em casa, e não o tradicional “papai e mamãe”. Mas isso porque a Igreja Católica, aliás como Kant , mas com fundamentos diferentes, vê o sexo entre as pessoas como só legítimo no casamento, e este, como sendo uma instituição que abriga um homem e uma mulher com o objetivo de geração de crianças. Neste ponto, a Igreja apela para o dogma da doutrina, enquanto que Kant apelaria para o argumento da razão e do imperativo categórico: ele diria que o casamento gay não poderia ser universalizado e, não podendo ser universalizado (pode-se discutir isso, o que não é o caso aqui), ocorreria, mas não seria moral.

Deixando Kant de lado e ficando só com a posição da Igreja Católica, teríamos então de conversar sobre o dogma da doutrina católica. Dogmas assim são discutidos, entre os pensadores católicos, a partir da reflexão de seus filósofos já mortos e, também, a partir da exegese bíblica.  O problema, então, acabaria por chegar a tocar a questão da moralidade ou não da vida homossexual. Nesse aspecto, já não estaríamos mais falando do texto do Dr. Hélio Bicudo. Pois, em nenhum momento, o texto dele, invocado por Wesley e Vitor, diz respeito a esse assunto. O texto dele fica circunscrito à idéia de “pseudo-família”. Sendo assim, entrar por assuntos que poderiam ou não trazer à tona questões como, por exemplo, algum preconceito homofóbico, não seria honesto. Não quanto a este texto do Dr. Hélio.

Em síntese, no que cabe num blog, é isso. Para inteligentes, esse texto meu aqui é suficiente.

© 2011 Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor da UFRRJ

Não tenho nada contra os gays, mas eles lá e eu cá.

Não é segredo para ninguém que há um movimento nacional pelo fim da homofobia. Não são poucas as manifestações contrárias, por exemplo, aos ataques ocorridos em plena Avenida Paulista, em São Paulo.   Mas quando o assunto é escola a coisa muda de figura…

   A história do preconceito é sempre a mesma: ‘Não há preconceito no Brasil’.  Ou melhor, vamos traduzir do modo que a bonita leitora e o feioso leitor {{eles também amam}: Há preconceito no Brasil, mas não sou eu nem você quem o pratica.

   E nesta base temos o bom velho ditado sobre a homossexualidade:

Não tenho nada contra os gays, mas eles lá e eu cá

   Ou seja, nada contra os gays, desde que eles estejam em outro planeta. Aí fica fácil né?!

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   Mas quando ataques como estes se iniciam, ou seja, quando alguém ousa levar ao fim e ao cabo o tal do ‘em outro planeta’ aí então temos a volta do combate às cáries e todos gritando e esperneando que isso é um absurdo. E de fato é.

   Interessante, no entanto, é notar que pouquíssimos simpatizantes do fim aos ataques são também simpatizantes a uma educação formal que trate do assunto. Sim, senhoras e senhores, estou falando do tal ‘Kit Gay’.

   Observe as duas imagens:

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76385_1670178124041_1525014970_1593589_579455_n (1)
“Ninguém nasce homofóbico.”
Homofobia se aprende, sexualidade não
“Seu filho hétero é o próximo.
Atenciosamente, Movimento Homossexual”

   Chegamos ao ponto G, com o perdão do trocadilho infame. A questão é que as pessoas associam educação sexual nas escolas com incentivo ao sexo, do mesmo modo que associam falar sobre homossexualidade com incentivar crianças a serem gays.

   E este é o tipo de discussão que está baseada justamente no preconceito incutido em cada um de nós. O que realmente preocupa os pais representados pela imagem à direita é: não quero que meu filho seja gay.

   Explico-me: o medo transforma o racional e passa a dominar também o discurso. O racional sempre recebe influência do emocional. O blogueiro aqui {{no caso eu mesmo}} não se lembra do dia em que acordou e ficou horas pensando se deveria ser homossexual ou heterossexual.

   Você aí, se lembra?

   Certamente não. Seria um problema de memória que nos afeta a todos? Memória seletiva?! Ou seria mais lógico supor que esse dia simplesmente não existiu?!

   As teorias da conspiração que procuravam provar que se pode curar um homossexual já estão deveras esquecidas para sequer serem lembradas ou levadas a sério. Opção  sexual nãoé opção, nem doença.

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   A discussão pode ser ainda mais aprofundada quando o assunto é, de fato, levado a sério. Qual o papel da escola quando o assunto é afetividade e sexualidade?! Me parece bastante claro que a tática de ignorar os temas apenas trazem dificuldades à prevenção a AIDS ou ainda gravidez indesejada. E porque não podemos dizer o mesmo da homofobia?!

   Se o assunto é tabu, se a grande parte dos pais não tratam desse assunto com os filhos {{não acredite em mim}} não seria papel da escola tratar?!

   Sobre o kit gay um dos bravos deputados disse claramente sua opinião:

Kit contra homofobia = Kit Gay

   Muito embora o tal Kit contra a homofobia não traga a ousadia de tratar o assunto com as crianças, mas com adolescentes, o que resta aí é aquela fobia que já tratei.
O blog “Eleições Hoje” disseca bem o assunto e esclarece pontos importantes:

O projeto Escola sem Homofobia é um braço do programa Brasil sem Homofobia. Um grupo de trabalho foi criado para discutir a questão da homofobia em ambiente escolar. É composto por gestores do MEC (Ministério da Educação) e ONG’s como a ABGLT, Ecos Comunicação em Sexualidade, Pathfinder, Reprolatina, Galé International , entre outras. A primeira ação do grupo foi realizar uma pesquisa nacional para diagnosticar a situação das escolas públicas brasileiras no que diz respeito da homofobia.
{{não acredite em mim}}

   É bom esclarecer de novo que o tal kit é feito para o Ensino Médio. Eu mesmo sou a favor da discussão bem antes, no ensino fundamental.

   É lamentável ver que ainda existem seres pseudo-humanos que acham que a homossexualidade pode ser incentivada.

   E me bate uma pergunta: Com tanto preconceito no mundo, quem seria doido de, racionalmente, optar por ser minoria?!

   Mas, afinal, do que é feito o tal kit?! Assista ao vídeo que causou a ira do deputado:

   Eu assisti ao vídeo por três vezes e ainda não senti vontade de me vestir de mulher… o que há de errado comigo?!


   Quando falamos da violência no trânsito ninguém questiona se é papel ou não da escola tratar esse assunto. Então o que muda quando o assunto é a violência contra outro ser humano?

   Falar de bullying é aceitável. Aliás, é mais do que isso, é recomendável. Então porque falar sobre a violência contra homossexuais é polêmico?!

Fonte:http://www.imprenca.com/2010/12/kit-gay-homossexualidade-e-sexualidade.html

Em tempo o abaixo assinado favorável ao projeto -> http://www.peticaopublica.com.br/?pi=kitsim

PSAlertamos aos leitores que o texto publicado não é de autoria da A REDE da Cidadania, e que a pedido do autor, não mais republicaremos seus textos “para não prejudicar ao trafego de visitantes ao blog original ou impor o risco de que ele sofra restrições do go0gle por conteúdo duplicado”.

Como todos podemos observar pela qualidade do material publicado pelo autor, recomendamos visitas periódicas ao endereço www.imprenca.com

ONU marca Dia Mundial de Combate à Aids chamando atenção para direitos dos soropositivos

 

Para marcar o Dia Mundial de Combate à Aids, a OMS (Organização Mundial de Saúde) disse que saúde, Aids e direitos humanos estão interligados. Em todo o mundo, cerca de 34 milhões de pessoas convivem com o vírus do HIV.

Efe

Estudantes participam de manfiestação em Jammu, Índia

Em nota, a OMS afirmou que os grupos mais expostos ao risco do HIV, incluindo trabalhadores do sexo, usuários de drogas injetáveis, homens que têm relação sexual com outros homens e transexuais, são também os que menos têm acesso a programas de prevenção da doença. De 92 países pesquisados em 2009, apenas 36 ofereciam serviços de redução de danos.

Segundo as Nações Unidas, 80% de todas as mulheres contaminadas com o HIV no mundo vivem na África Subsaariana. No leste europeu, 50% dos soropositivos são também usuários de drogas injetáveis. Já na Holanda, na Espanha e na França, até três quartos das novas infecções por HIV ocorrem em grupos de imigrantes.

Crianças

A ONU acredita que é possível haver uma geração de crianças livre de Aids em 2015 desde que a comunidade internacional reforce o acesso universal aos tratamentos para combater o vírus HIV e melhore a proteção social, aumentando a luta contra a marginalização e as desigualdades.

Leia mais:
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Bento XVI aceita uso de camisinha para reduzir risco de AIDS
EUA liberam entrada de portadores do HIV após 22 anos de veto
Gel vaginal reduz em quase 40% a infecção pelo vírus HIV, aponta estudo
África do Sul: Em campanha contra HIV, atores de filmes pornô usam camisinha em cena

Segundo as Nações Unidas, a cada dia, quase mil crianças nascem na África Subsaariana infectadas pelo HIV, transmitido pelas mães. Novos tratamentos existentes beneficiam tanto as mulheres grávidas como seus filhos.

Dados da ONU indicam que, em 2009, nos países de baixa e média renda, 53% das mulheres grávidas e infectadas se beneficiaram de tratamentos com antirretrovirais para prevenir a transmissão de mãe para filho, contra 45% de 2008.

No caso da América Latina e do Caribe, 57% das mulheres grávidas soropositivas receberam tratamento em 2009, contra 29% em 2005. O acesso a esses tratamentos melhorou especialmente nos países do sul e no leste da África, onde beneficiaram 68% das infectadas

Teatro no IV Encontro Lúdico Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente

sábado, 7 de agosto de 2010

Mais de 300 pessoas que estiveram no IV Encontro Lúdico Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente puderam assistir aos dois espetáculos do Ponto de Cultura Escola Livre de Teatro de Jales que tratam da temática arte e saúde, mais especificamente da prevenção às DST/AIDS e do preconceito.

O primeiro espetáculo apresentado pelo Núcleo de Produção e Difusão Cultural (NPDC) do Ponto de Cultura foi o “Auto da Camisinha”, que está em cartaz desde 2007 e já foi apresentado em toda a região de Jales e em grandes cidades como São Paulo e Guarulhos.
Através da literatura de cordel o grupo leva de maneira engraçada informações tão sérias e que muitas vezes as pessoas deixam de lado por ser um tema muito “batido” em palestras.
“O teatro tem o poder de quebrar o gelo do público por ser uma arte envolvente, que por mostrar situações nas quais os personagens passam por apuros ou situações engraçadas que torna o espectador mais receptivo e o leva a refletir sobre o assunto”, disse Clayton Campos, diretor e ator do espetáculo.
Além do “Auto da Camisinha” o grupo apresentou também “Diário de meninos e sonhos”, o mais novo espetáculo do NPDC, que fala do preconceito, da falta de informação e do não saber lidar com a AIDS, desde a família até a escola.
“Diário de meninos e sonhos” é um espetáculo feito para crianças com uma linguagem direta, porém sem deixar de lado os elementos fantásticos do teatro como os grandes bonecos usados para representar os personagens adultos.
Ao final das apresentações, representantes dos vários municípios que estavam presentes no evento procuraram a produtora com o intuito de contratar os espetáculos, o que demonstrou que gostaram muito do que viram. “Depois deste evento, o NPDC iniciará uma turnê com seus espetáculos pela região, e os municípios que se interessarem pelas apresentações devem nos procurar na sede do Ponto de Cultura ou pelos telefones (17) 9624-7706 ou (17) 9709-7373” disse Lisandra Campos, produtora da Escola Livre de Teatro.

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